Tvs não atrelam mais horários à censura

Liberar cenas de sexo e violência antes de horários pré-determinados, é o que a TV aberta quer impor agora na sua programação…

Quando os defensores desse lixo forem pais eles talvez entendam. Quando se é pai, algo se rompe dentro de vc e vc passa a conhecer um amor que não sabia existir, seu filho passa a ser a coisa mais central e importante e tudo o que se relaciona a ele lhe afeta, tanto ou mais do que a ele, é o amiguinho que tenta impor bullying ou filosofias rebeldes, o namoradinho que quer fazer um filminho de sua filha, a amiguinha que inventa mentiras por inveja, cobiça, rivalidade…todas essas emoções nascidas de um abjeto sentimento de liberalidade, reinante, que leva as pessoas a deixarem seus animais interiores soltos, para satisfazer seus baixos instintos…o resultado disso? Olhe para fora e veja: mais e mais propaganda de engajamento em causas humanitárias e menos humanidade, mais e mais campanhas pela defesa da mulher e o feminismo e menos ternura nas relações, mais e mais busca pelo status e menos importância ao ser huimano, mais e mais adesão ao amor e ao sexo livre, e menos estabilidade nas famílias…somos a nova sociedade das choldras, castas de humanos reunidos em varas de porcos e porcas, cada vez mais instinto, cada vez menos humanos.

De Governos e Dragões

Bem, aqui estamos para mais um dia que se arrasta sem que a novela Eduardo Cunha tenha seu fim, e pelo que tudo indica, vai ter um fim, só que sem a dignidade que se esperava, o que fazer?

Parece que somos todos impotentes em relação à remover de postos chave nas legislaturas, Renans e Eduardos, ditos cujos que ao invés de observarem por clara luz o que deve ser feito para endireitar este país, o entortam ainda mais.

Este é ponto de se pensar: De onde emana o poder da democracia? Certamente não é das cadeiras destes senhores. O que falta para o povo acordar desta letargia?

Falta perceber que o touro é mais forte que o toureiro, destarte, o florete não vai vencer os chifres, em pares, de um lado a eleição e do outro, o voto…e que voem as capas vermelhas